Querido avô, hoje vou escrever para ti. Tenho saudades tuas. Tantas, mas tantas... saudades dos teus carinhos, saudades das tuas palavras e saudades de ti, principalmente. Deixaste-nos o ano passado. Está quase a fazer um ano que partiste, e as saudades cada vez são maiores. Nunca te esquecias de mim. Perguntavas-me sempre se eu estava melhor. E eu para não te deixar triste, respondia sempre "sim avô, estou melhor, obrigada". Preocupavas-te sempre connosco, com os teus netos e filhos. Eras um homem lutador, um homem com garra... e a coisa de que mais tinhas medo era da morte. E ela chegou cedo, infelizmente. Sofreste tanto antes de partires, mas, o que eu acho e o que todos acham, é que na hora da morte, não sofreste, pois foi uma morte muito rápida. Caíste para o lado e lá ficaste, sem consciência. Tentaram reanimar-te, mas sem sucesso. Já tinhas partido... Todos os dias me lembro de ti. Todos os dias sinto a tua falta. Mas, eu sei que tu estás aí em cima a olhar...
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A mostrar mensagens de fevereiro, 2016
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Como começar? Pois bem, pelo início. Há tanto tempo que já não me sentia tão bem a falar com um rapaz como sinto contigo. Sei que as nossas conversas não são nada de especial, e que por vezes não sei que responder e limito-me a mandar-te um simples "smile", mas porra, acho-te um rapaz fantástico. Nunca tinha falado contigo. Via-te na escola. Achava-te um rapaz interessante e giro, mas nunca meti conversa contigo, talvez por medo que não respondesses ou que tivesses namorada. Mas, na semana passada começaste a meter "gosto" nas minhas fotos, e eu retribui. No sábado, meteste conversa comigo, e eu a tremer, respondi-te. Falámos pouco tempo nesse dia, mas no domingo, voltaste a meter conversa comigo. Fiquei logo com um sorriso no rosto. Não me perguntes porquê, porque eu também não faço a mínima ideia. Talvez porque há muito tempo que um rapaz não metia conversa comigo. Fiquei gelada, a suar e muito, mas muito sorridente. Só queria era que tu não me deixasses de respo...
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E amanhã é dia dos namorados, e eu aqui estou, sozinha. Sinto falta de ter um namorado, confesso. Um namorado que me apoie, que me mime. Um namorado que esteja lá sempre para mim. Que esteja sempre a apoiar-me. Que me proteja. E que, independentemente de tudo, me ame! Me ame a sério. Porque de que vale termos um namorado, se ele não nos ama? Porque de que vale termos um namorado se ele nos trata mal? Já me habituei a estar sozinha. Custa, é claro que custa. Não termos ninguém com quem falar todos os dias, não termos ninguém que diga que nos ama, m as temos que saber viver com isso. Temos que saber viver com o facto de não termos ninguém. E pensarmos que daqui a uns tempos, podemos vir a ter um namorado. Não temos que desanimar. Temos que ter fé que no momento certo, vamos encontrar o rapaz certo. E quando mais precisamos de ajuda e de alguém, é quando essa pessoa aparece, acredita. Já pensei que nunca fosse encontrar alguém, mas hoje, eu sei que no momento certo, essa pes...
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O tempo lá fora está frio e chuvoso. E eu aqui estou, dentro de casa, mais uma vez com ansiedade e muito medo. Não sei o que se tem passado comigo nestes últimos tempos... só sei que tenho andado nervosa, com medo, ansiosa, e chorosa. Já não tinha ataques de pânico há muito tempo, e agora, voltei a ter. Voltei a chorar compulsivamente. Voltei a ter pânico de viver. Voltei a ter mesmo muito medo de estar sozinha em casa, medo do escuro, e medo das pessoas ao meu redor. Reflicto sobre tudo o que me tem acontecido, e acho que este sofrimento todo já é demais. São três anos de muito sofrimento, de muita mágoa, de muita tristeza... três anos de muita dor. Eu sei que temos que viver um dia de cada vez sem pensarmos no futuro, mas por vezes torna-se difícil. Torna-se difícil não pensarmos no que poderá vir a acontecer no nosso futuro. Torna-se difícil termos que aturar certas coisas, certos problemas, certas pessoas. Torna-se complicado termos que lidar com tudo à nossa volta ...
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Mais um dia a viver na incerteza. Mais um dia em que não sei bem que ando cá a fazer. Mais um dia de luta. Mas, é mais um dia igual a todos os outros. Acordei mais um dia sem vontade de me levantar da cama. Sem vontade de enfrentar seja quem for. Não sei. Preciso de desabafar. Deitar tudo cá para fora, e explicar tudo aquilo que me tem atormentado neste último mês. As coisas não têm sido nada fáceis. Nada é fácil nesta vida, e temos que lutar para conseguirmos ter aquilo que queremos. Temos que lutar pelo nosso futuro, para sermos alguém na vida, temos que lutar pela nossa felicidade, etc etc etc. Enfim... temos que lutar sempre para que a vida nos dê as coisas que sempre sonhámos. É verdade que às vezes a vida prega-nos bastantes partidas, mas, todos nós temos que saber dar a volta por cima. Se algo mau aconteceu, temos que pensar que é uma má fase e que vai passar. "Quando se fecha uma porta, abre-se uma janela". Sempre ouvi dizer isso. É fácil falar, é. Difícil é conse...
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Hoje não sei bem por onde começar... acho melhor começar pelo início. Já se passaram três anos... como o tempo passa depressa, não é? Como o tempo voa... e sem nós darmos por isso. Então, vamos lá. Foi à três anos atrás que começou o meu pior pesadelo. Uma nuvem escura começou a assombrar-me. Olho para trás e vejo que esses mesmos três anos passaram a voar, e que eu, perdi toda a minha adolescência. E, além de ter perdido a melhor parte da vida, que é a adolescência, perdi também amigos, perdi também a vontade de viver, a vontade de sair, seja de tarde ou de noite. Perdi a vontade de ir ensaiar. Quem diria... quem diria que eu ia deixar de gostar daquilo que mais alegria me trazia, a dança. Quem diria que eu ia deixar de gostar de sair, de estar com os meus amigos... quem diria... Nunca imaginei que esta doença me atacasse tanto, nunca imaginei que esta doença me arruinasse os sonhos. Que me arruinasse a vida. Isto está a durar uma eternidade. Começo a acredit...