Sofri e continuo a sofrer. Acho que ainda não consegui ultrapassar este enorme obstáculo que a vida me colocou à três anos atrás. Ainda não consegui deitar cá para fora tudo aquilo que senti e sinto. Só me apetece gritar ao mundo aquilo por que estou a passar, mas aí eu penso, quem se iria importar? Quem iria importar-se com o que estou a sentir? Ninguém, absolutamente ninguém! Estou farta, estou cansada... tento dizer para mim mesma que já o esqueci, mas não, não esqueci... está bem presente em mim, infelizmente. Digo isto porque não queria senti-lo. Gostar de alguém e não ser correspondido, é das piores coisas. Não quero sentir isto por ele, porque já sofri imenso, e continuo ainda a sofrer. Posso dizer que foram os melhores sete meses que passei ao lado dele, mas, como sempre ouvi dizer, quando algo está a correr bem, depois vem sempre algo para nos deitar abaixo. E foi o que aconteceu. Depois veio o sofrimento, a angústia, a revolta, e as lágrimas... Sei que à algum tempo e...
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A mostrar mensagens de junho, 2016
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Começo mesmo a achar que ninguém me entende. Ninguém entende o que é acordar e sentir-mos-nos vazias. Ninguém entende o que é sentir que ninguém nos compreende. Ando por aí, meio aos tombos... ando por aí sem saber que fazer, sem saber como reagir a tudo o que me tem acontecido. Ando farta. Arranjei uma maneira para aliviar a alma, para aliviar a tristeza que sinto, chorar. Choro porque sinto que é aí que consigo aliviar um bocadinho mais a minha dor. É a chorar que consigo deitar cá para fora aquilo que sinto. Sinto-me vazia... sinto que a cada dia que passa, me vou perdendo mais um pouco... sinto que a vida está a ser má para mim. Destruiu-me os sonhos, destruiu-me a mim. Quem sou eu? Que faço aqui? Porquê a mim? Preciso de encontrar respostas para as minhas questões. Já não estou a aguentar mais. Sinto que sou uma péssima filha, uma péssima irmã e uma péssima amiga. Respondo mal às pessoas que mais gosto... porquê? Eu não era assim... eu não sou assim! Deito-me...
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Será que algum dia irei poder dizer que sim, sou feliz!? Será? Quero muito poder dizer que finalmente estou bem, sem ter que fingir. Quero muito poder dizer que estou curada. Quero poder fazer a minha vida normalmente, como fazia antigamente. Quero ter amigas verdadeiras, e um namorado que me ame a sério e que cuide de mim. Só isso... é pedir muito? Não consigo encontrar ninguém que me complete. Não consigo encontrar ninguém que me prove que me ame, que esteja disposto a ficar comigo, mesmo quando as coisas não tiverem fáceis. Apenas quero alguém que esteja comigo independentemente do que acontecer. Que me ajude a recuperar desta doença e que ultrapasse comigo todos os obstáculos que a vida me colocar à frente. Tento falar com rapazes mas o medo é maior. Medo que esteja a ser chata, medo de ser ignorada e rejeitada, medo que eles me façam sofrer novamente... enfim, tenho medo de não ser suficientemente "boa" para eles. Não sei mais que fazer para me ver livre desta doença...