Começo mesmo a achar que ninguém me entende.
Ninguém entende o que é acordar e sentir-mos-nos vazias. Ninguém entende o que é sentir que ninguém nos compreende.
Ando por aí, meio aos tombos... ando por aí sem saber que fazer, sem saber como reagir a tudo o que me tem acontecido.
Ando farta. Arranjei uma maneira para aliviar a alma, para aliviar a tristeza que sinto, chorar. Choro porque sinto que é aí que consigo aliviar um bocadinho mais a minha dor. É a chorar que consigo deitar cá para fora aquilo que sinto. Sinto-me vazia... sinto que a cada dia que passa, me vou perdendo mais um pouco... sinto que a vida está a ser má para mim. Destruiu-me os sonhos, destruiu-me a mim. Quem sou eu? Que faço aqui? Porquê a mim? Preciso de encontrar respostas para as minhas questões. Já não estou a aguentar mais.
Sinto que sou uma péssima filha, uma péssima irmã e uma péssima amiga. Respondo mal às pessoas que mais gosto... porquê? Eu não era assim... eu não sou assim!
Deito-me na cama e o stress começa. Começo a pensar que me vão fazer mal, começo a pensar que vou ter medo e aí, tenho mesmo medo. O corpo começa a tremer, a respiração começa a sufocar-me e eu começo a entrar em pânico, sozinha. Não chamo ninguém. Tem que passar. Vai passar. Penso eu sempre que isto me acontece. E passa... no outro dia acordo e estou melhor. Há noite, volta a acontecer o mesmo... sempre o mesmo, sempre a mesma rotina. O medo começa a apoderar-se de mim e eu não sei que fazer para o vencer.
As lágrimas teimam em cair. Todos as noites. Todos os dias. Já não sei como agir. Já não sei que fazer para que as lágrimas virem sorrisos. Já não sei que fazer para que eu consiga vencer os medos e esta doença. Já soube como vencê-la, mas agora, eu já não sei nada.
Ninguém entende o que é acordar e sentir-mos-nos vazias. Ninguém entende o que é sentir que ninguém nos compreende.
Ando por aí, meio aos tombos... ando por aí sem saber que fazer, sem saber como reagir a tudo o que me tem acontecido.
Ando farta. Arranjei uma maneira para aliviar a alma, para aliviar a tristeza que sinto, chorar. Choro porque sinto que é aí que consigo aliviar um bocadinho mais a minha dor. É a chorar que consigo deitar cá para fora aquilo que sinto. Sinto-me vazia... sinto que a cada dia que passa, me vou perdendo mais um pouco... sinto que a vida está a ser má para mim. Destruiu-me os sonhos, destruiu-me a mim. Quem sou eu? Que faço aqui? Porquê a mim? Preciso de encontrar respostas para as minhas questões. Já não estou a aguentar mais.
Sinto que sou uma péssima filha, uma péssima irmã e uma péssima amiga. Respondo mal às pessoas que mais gosto... porquê? Eu não era assim... eu não sou assim!
Deito-me na cama e o stress começa. Começo a pensar que me vão fazer mal, começo a pensar que vou ter medo e aí, tenho mesmo medo. O corpo começa a tremer, a respiração começa a sufocar-me e eu começo a entrar em pânico, sozinha. Não chamo ninguém. Tem que passar. Vai passar. Penso eu sempre que isto me acontece. E passa... no outro dia acordo e estou melhor. Há noite, volta a acontecer o mesmo... sempre o mesmo, sempre a mesma rotina. O medo começa a apoderar-se de mim e eu não sei que fazer para o vencer.
As lágrimas teimam em cair. Todos as noites. Todos os dias. Já não sei como agir. Já não sei que fazer para que as lágrimas virem sorrisos. Já não sei que fazer para que eu consiga vencer os medos e esta doença. Já soube como vencê-la, mas agora, eu já não sei nada.
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