Estou cansada. Cansada de discussões. Cansada de gritos. Cansada de maus humores. Estou principalmente cansada de ser como sou.
Estou a entrar novamente numa fase da minha vida em que não sei quem sou nem que faço aqui. Só tenho vontade de chorar, de gritar e de fugir para bem longe.
Pergunto-me porquê? Porquê a mim? Não há respostas.
Sei que tenho sido uma má filha, uma má irmã e uma má amiga. E por isso, peço desculpa por tudo. Peço desculpa pelos gritos, pelas discussões, pelos meus maus humores, por tudo. Não consigo ser correta, não consigo mudar. Estou exausta, muito exausta mesmo.
Cheguei a um ponto da minha vida em que não sei o que faço aqui, nem mesmo quem sou. Já não tenho vontade de viver, não tenho vontade de sorrir.
Gostava que tudo fosse um pouco mais fácil, gostava mesmo.
Perdoem-me. Perdoem-me por não conseguir aguentar muito mais. Perdoem-me por não ter forças para aguentar isto. Perdoem-me por não conseguir lidar com os meus problemas. Perdoem-me!
Adorava conseguir lidar com os meus problemas, conseguir ultrapassar os obstáculos que a vida me tem colocado, mas não é fácil, nada fácil mesmo. Está a ser muito difícil.
É ver os meus pais discutirem porque o meu pai bebe, é eu discutir com todos cá em casa, é eu gritar, resmungar e dizer coisas que não quero. Estou cansada de ser assim para as pessoas que mais gosto e que mais se preocupam comigo. Elas não merecem. Ninguém merece.
Estou cansada, digo e repito, estou muito cansada mesmo! Ninguém sabe aquilo que eu tenho conseguido aguentar. Ninguém sabe aquilo que eu tenho ultrapassado com um sorriso no rosto quando o que mais me apetecia era chorar. Ninguém sabe. Ninguém sabe quantas vezes fui para o meu quarto chorar. Ninguém.
Dizem que a depressão não mata. Mas mata! Vai-me matando aos poucos e poucos. Todos os dias vai acabando comigo mais um pouco.
Ninguém sabe o esforço que eu faço para não chorar, para estar bem disposta. Ninguém sabe o esforço que eu faço para me levantar da cama e para me vestir.
Estou sem trabalho, estou sem nada para fazer, passo os dias deitada no sofá a dormir ou a ver televisão. Não tenho vontade de sair de casa, não tenho vontade sequer de ver nem ouvir ninguém.
Acredito que vão existir muitos dias maus na minha vida, e hoje com certeza que é um desses dias. Tento ter força mas é muito complicado.
Um dia, espero que me consigam perdoar e principalmente espero eu conseguir perdoar-me a mim mesma.
Estou a entrar novamente numa fase da minha vida em que não sei quem sou nem que faço aqui. Só tenho vontade de chorar, de gritar e de fugir para bem longe.
Pergunto-me porquê? Porquê a mim? Não há respostas.
Sei que tenho sido uma má filha, uma má irmã e uma má amiga. E por isso, peço desculpa por tudo. Peço desculpa pelos gritos, pelas discussões, pelos meus maus humores, por tudo. Não consigo ser correta, não consigo mudar. Estou exausta, muito exausta mesmo.
Cheguei a um ponto da minha vida em que não sei o que faço aqui, nem mesmo quem sou. Já não tenho vontade de viver, não tenho vontade de sorrir.
Gostava que tudo fosse um pouco mais fácil, gostava mesmo.
Perdoem-me. Perdoem-me por não conseguir aguentar muito mais. Perdoem-me por não ter forças para aguentar isto. Perdoem-me por não conseguir lidar com os meus problemas. Perdoem-me!
Adorava conseguir lidar com os meus problemas, conseguir ultrapassar os obstáculos que a vida me tem colocado, mas não é fácil, nada fácil mesmo. Está a ser muito difícil.
É ver os meus pais discutirem porque o meu pai bebe, é eu discutir com todos cá em casa, é eu gritar, resmungar e dizer coisas que não quero. Estou cansada de ser assim para as pessoas que mais gosto e que mais se preocupam comigo. Elas não merecem. Ninguém merece.
Estou cansada, digo e repito, estou muito cansada mesmo! Ninguém sabe aquilo que eu tenho conseguido aguentar. Ninguém sabe aquilo que eu tenho ultrapassado com um sorriso no rosto quando o que mais me apetecia era chorar. Ninguém sabe. Ninguém sabe quantas vezes fui para o meu quarto chorar. Ninguém.
Dizem que a depressão não mata. Mas mata! Vai-me matando aos poucos e poucos. Todos os dias vai acabando comigo mais um pouco.
Ninguém sabe o esforço que eu faço para não chorar, para estar bem disposta. Ninguém sabe o esforço que eu faço para me levantar da cama e para me vestir.
Estou sem trabalho, estou sem nada para fazer, passo os dias deitada no sofá a dormir ou a ver televisão. Não tenho vontade de sair de casa, não tenho vontade sequer de ver nem ouvir ninguém.
Acredito que vão existir muitos dias maus na minha vida, e hoje com certeza que é um desses dias. Tento ter força mas é muito complicado.
Um dia, espero que me consigam perdoar e principalmente espero eu conseguir perdoar-me a mim mesma.
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