Mais uma vez me fizeram sentir "lixo". Já te aconteceu alguma vez isto? A mim acontece-me regularmente. Mas desta vez, passou todos os limites.
Nós pensamos que os nossos poucos amigos nos vão ajudar, nos vão dar conselhos, nos vão apoiar... e nunca nos abandonar. Mas nem sempre é assim. Pelo menos, desta vez não foi.
Como disse anteriormente, fizeram-me sentir "lixo", fizeram-me sentir que sou a pior pessoa do mundo. Tudo bem que ele até tinha razão no que estava a dizer, mas há imensas formas de dizermos as coisas sem ser preciso magoar os outros. Há imensas e variadas maneiras de dizermos aquilo que pensamos e sentimos, sem que a outra pessoa se sinta mal.
Confesso que não estava nada à espera da maneira como falou para mim e me disse as coisas.
É normal um amigo querer ajudar, querer estar lá nos bons e maus momentos... também é normal eu pedir ajuda porque não me estou a sentir bem, porque preciso de desabafar com alguém. Aquilo que não é nada normal, é mesmo os nossos próprios amigos nos dizerem as coisas "agressivamente" e nos deixarem de rastos, eu acho.
Disse-me coisas horríveis... disse-me coisas que eu nunca pensei ouvir de uma pessoa tão minha amiga, supostamente. Não lhe tiro a razão em algumas coisas que disse, mas podia ter dito de outra maneira, a não magoar-me como magoou.
Depois como querem que eu ande bem? Depois como querem que eu ande sempre a sorrir e a sair? Sinceramente? Eu já nem sei quem são os meus amigos, já nem sei com quem contar, com quem posso desabafar sem me criticarem. Porque sim, criticam mas eles fazem exatamente o mesmo.
Ele até podia estar irritado com alguma coisa, mas daí descarregar em mim... foi demais.
Digo mesmo... sinto que já nada faz sentido novamente. Sinto que vou voltar a ter outra recaída, e não quero. Não quero mesmo! Nem posso deixar que isso aconteça. Mas é que custa muito... e cada vez que me lembro daquelas palavras, só me apetece chorar. Sinto que não tenho valor nenhum, sinto que ninguém me entende.
E como é que agora vou olhar para ele? Como? Depois de tudo o que ele me disse... certamente terá que ser de cabeça erguida... certamente terá que ser com força. E já que ontem não lhe consegui dizer que ele estava a abusar nas palavras que dizia, vou dizer-lhe quando o vir. Para que ele perceba que há muitas maneiras de dizermos as coisas. Não é preciso magoar os outros. Muito pelo contrário. É preciso ajudá-los a superar as fases menos boas, é preciso ajudar a dar conselhos e a ultrapassar os obstáculos.
Por vezes pergunto-me "porquê"? Porquê a mim? Porque é que ando a tratar-me e depois só me tentam mandar abaixo? Mas também estou certa duma coisa... Deus só dá os grandes obstáculos a quem ele sabe que é capaz de os ultrapassar. E eu sei que vou conseguir ultrapassar esta fase menos boa da minha vida. Porque tudo passa. Tudo o tempo cura. Pode demorar, mas vai chegar o dia em que poderei dizer finalmente: "isto já não me afeta, eu estou perfeitamente bem e feliz". Espero sinceramente que esse dia chegue bem rápido.
Nós pensamos que os nossos poucos amigos nos vão ajudar, nos vão dar conselhos, nos vão apoiar... e nunca nos abandonar. Mas nem sempre é assim. Pelo menos, desta vez não foi.
Como disse anteriormente, fizeram-me sentir "lixo", fizeram-me sentir que sou a pior pessoa do mundo. Tudo bem que ele até tinha razão no que estava a dizer, mas há imensas formas de dizermos as coisas sem ser preciso magoar os outros. Há imensas e variadas maneiras de dizermos aquilo que pensamos e sentimos, sem que a outra pessoa se sinta mal.
Confesso que não estava nada à espera da maneira como falou para mim e me disse as coisas.
É normal um amigo querer ajudar, querer estar lá nos bons e maus momentos... também é normal eu pedir ajuda porque não me estou a sentir bem, porque preciso de desabafar com alguém. Aquilo que não é nada normal, é mesmo os nossos próprios amigos nos dizerem as coisas "agressivamente" e nos deixarem de rastos, eu acho.
Disse-me coisas horríveis... disse-me coisas que eu nunca pensei ouvir de uma pessoa tão minha amiga, supostamente. Não lhe tiro a razão em algumas coisas que disse, mas podia ter dito de outra maneira, a não magoar-me como magoou.
Depois como querem que eu ande bem? Depois como querem que eu ande sempre a sorrir e a sair? Sinceramente? Eu já nem sei quem são os meus amigos, já nem sei com quem contar, com quem posso desabafar sem me criticarem. Porque sim, criticam mas eles fazem exatamente o mesmo.
Ele até podia estar irritado com alguma coisa, mas daí descarregar em mim... foi demais.
Digo mesmo... sinto que já nada faz sentido novamente. Sinto que vou voltar a ter outra recaída, e não quero. Não quero mesmo! Nem posso deixar que isso aconteça. Mas é que custa muito... e cada vez que me lembro daquelas palavras, só me apetece chorar. Sinto que não tenho valor nenhum, sinto que ninguém me entende.
E como é que agora vou olhar para ele? Como? Depois de tudo o que ele me disse... certamente terá que ser de cabeça erguida... certamente terá que ser com força. E já que ontem não lhe consegui dizer que ele estava a abusar nas palavras que dizia, vou dizer-lhe quando o vir. Para que ele perceba que há muitas maneiras de dizermos as coisas. Não é preciso magoar os outros. Muito pelo contrário. É preciso ajudá-los a superar as fases menos boas, é preciso ajudar a dar conselhos e a ultrapassar os obstáculos.
Por vezes pergunto-me "porquê"? Porquê a mim? Porque é que ando a tratar-me e depois só me tentam mandar abaixo? Mas também estou certa duma coisa... Deus só dá os grandes obstáculos a quem ele sabe que é capaz de os ultrapassar. E eu sei que vou conseguir ultrapassar esta fase menos boa da minha vida. Porque tudo passa. Tudo o tempo cura. Pode demorar, mas vai chegar o dia em que poderei dizer finalmente: "isto já não me afeta, eu estou perfeitamente bem e feliz". Espero sinceramente que esse dia chegue bem rápido.
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