Porque é que só penso em fazer asneiras? Porque é que só penso em fazer mal a mim própria? Quanto mais tempo passa, mais me dói a alma. É duro olhar para mim e ver que só tenho vontade de me auto-destruir. Não quero isto para a minha vida, muito pelo contrário. Quero ser feliz, como muitas pessoas o são. Não quero só aparentar estar bem, porque quando aparento estar bem, estou a morrer por dentro. É uma capa que eu utilizo para esconder realmente aquilo que sinto.
Neste momento, estou a ler cada palavra que escrevo, e as lágrimas estão a cair cara abaixo. Talvez porque me dói. Dói sentir que não gosto de mim. Que quero fazer mal a mim própria. Dói pensar que perdi a minha adolescência toda. Dói pensar que poderia ter vivido muito mais, e ter lembranças boas. Mas, eu só tenho lembranças más. E foram elas que me começaram a auto-destruir por dentro. Antes de eu me começar a auto-destruir por fora, houve muitas coisas que me fizeram destruir por dentro. E tudo começou aí...
Se querem que eu seja sincera, eu não vivo, eu sobrevivo! Sobrevivo a cada dia que passa... sobrevivo com muita dor e com muita mágoa. Já não sei o que é viver... o que é viver com um sorriso no rosto, verdadeiro... não sei mesmo... e sinto-me triste por isso, muito triste mesmo.
Dizem que tudo com o tempo passa, e que o tempo ameniza a dor... no meu caso, só traz mais tristezas, mais revolta, mais lágrimas... o tempo não me está a curar nem a ajudar a curar isto a que chamam depressão.
Quero acreditar que tudo um dia vai passar. Quero acreditar que esta dor que trago comigo, vai deixar de doer... quero mesmo, mas não é nada fácil acreditar nisso. Só me dão razões para não acreditar e pensar que hei-de morrer com esta doença.
É muito complicado passar por isto sozinha. Sem ter ninguém que nos compreenda. Sem ter ninguém que se preocupe realmente. É muito complicado olharmos para o lado, e não vermos nenhum apoio, nenhum amigo, nenhum confidente... alguém que esteja lá nos bons e maus momentos. Alguém capaz de nos tirar da cama. De nos fazer soltar um sorriso e não uma lágrima. Alguém capaz de nos tirar deste abismo em que a vida nos colocou. É muito difícil passar por isto. Ninguém sabe nem ninguém é capaz de calcular o quanto dói, até passar pela mesma situação... e ninguém pode julgar ninguém, nem ninguém pode afirmar que nunca vão passar por isto. Porque ninguém sabe o dia de amanhã, nem ninguém sabe o que a vida nos reserva.
A vida é para ser vivida, e eu não quero ficar prisioneira dos meus próprios actos. Não quero voltar a auto-destruir-me, nem a pensar em fazer asneiras. Quero ser feliz, é pedir muito?
Neste momento, estou a ler cada palavra que escrevo, e as lágrimas estão a cair cara abaixo. Talvez porque me dói. Dói sentir que não gosto de mim. Que quero fazer mal a mim própria. Dói pensar que perdi a minha adolescência toda. Dói pensar que poderia ter vivido muito mais, e ter lembranças boas. Mas, eu só tenho lembranças más. E foram elas que me começaram a auto-destruir por dentro. Antes de eu me começar a auto-destruir por fora, houve muitas coisas que me fizeram destruir por dentro. E tudo começou aí...
Se querem que eu seja sincera, eu não vivo, eu sobrevivo! Sobrevivo a cada dia que passa... sobrevivo com muita dor e com muita mágoa. Já não sei o que é viver... o que é viver com um sorriso no rosto, verdadeiro... não sei mesmo... e sinto-me triste por isso, muito triste mesmo.
Dizem que tudo com o tempo passa, e que o tempo ameniza a dor... no meu caso, só traz mais tristezas, mais revolta, mais lágrimas... o tempo não me está a curar nem a ajudar a curar isto a que chamam depressão.
Quero acreditar que tudo um dia vai passar. Quero acreditar que esta dor que trago comigo, vai deixar de doer... quero mesmo, mas não é nada fácil acreditar nisso. Só me dão razões para não acreditar e pensar que hei-de morrer com esta doença.
É muito complicado passar por isto sozinha. Sem ter ninguém que nos compreenda. Sem ter ninguém que se preocupe realmente. É muito complicado olharmos para o lado, e não vermos nenhum apoio, nenhum amigo, nenhum confidente... alguém que esteja lá nos bons e maus momentos. Alguém capaz de nos tirar da cama. De nos fazer soltar um sorriso e não uma lágrima. Alguém capaz de nos tirar deste abismo em que a vida nos colocou. É muito difícil passar por isto. Ninguém sabe nem ninguém é capaz de calcular o quanto dói, até passar pela mesma situação... e ninguém pode julgar ninguém, nem ninguém pode afirmar que nunca vão passar por isto. Porque ninguém sabe o dia de amanhã, nem ninguém sabe o que a vida nos reserva.
A vida é para ser vivida, e eu não quero ficar prisioneira dos meus próprios actos. Não quero voltar a auto-destruir-me, nem a pensar em fazer asneiras. Quero ser feliz, é pedir muito?
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