- De zero a dez onde é que se situa, neste momento, o teu amor-próprio?
Resposta: 0. Sinto que não tenho amor-próprio. Sinto que não gosto de mim nem daquilo que vejo ao espelho.
- As tuas últimas experiências foram momentos inesquecíveis ou dores incalculáveis?
Resposta: Dores incalculáveis. Não consigo lidar com o facto de ter a doença que tenho. Não consigo sequer ter vontade de sorrir ou de sair de casa. Prefiro estar no meu canto. Estes anos têm sido horríveis. E como a pergunta diz, eu sinto dores incalculáveis. Ninguém imagina como me tenho sentido.
- Que relação encontras entre as respostas que deste?
Resposta: Que não gosto de mim, que não tenho amor-próprio. Preocupo-me primeiro com os outros e só depois comigo mesma. Têm sido anos de muito sofrimento. Não são quatro dias, nem quatro meses, são quatro anos de muita angústia, desilusão e choros.
- O que é que tu, realmente, sentes em relação às pessoas?
Resposta: Por vezes sinto ódio. Parece mau da minha parte ter um sentimento tão forte como o ódio, mas sim, algumas vezes eu sinto ódio pelas pessoas. Pelo que me dizem, pelos seus actos. Sei que não o deveria sentir, e que não é bom da minha parte, mas eu não tenho culpa de sentir isso por algumas pessoas.
- És seletivo em relação às pessoas que chegam à tua vida ou, simplesmente, não sabes dizer "Não"?
Resposta: Por vezes não consigo dizer "não" e perdoou muitas pessoas, mesmo que essas pessoas me tenham magoado imenso. Não consigo dizer-lhes que não. Mas quando tenho que dizer, digo. Como por exemplo, quando as minhas amigas me perguntam para sair e eu não me apetece, eu digo não me apetece. Há casos e casos...
- O que é que já ganhaste com isso?
Resposta: Não ganhei nada com isso, nem simplesmente pretendo ganhar. Quando tenho que dizer "não" eu digo, mas sempre reticente...
- O que é que já perdeste?
Resposta: Em relação ao dizer que não me apetece sair, perdi amizades. Muitas amizades... quase todas... ou todas mesmo...
- O que é que precisas de mudar?
Resposta: Boa questão! Preciso de mudar principalmente a minha forma de pensar... preciso de mudar de caminho, pois este caminho está repleto de "nuvens escuras", querendo rebentar a qualquer momento. Preciso também de aprender com os meus próprios erros. Cometo erros. como toda a gente os comete, mas eu cometo os mesmos erros vezes e vezes sem conta. Preciso de mudar de ares. Preciso de mudar a minha postura quanto a algumas pessoas. Não ser tão boazinha para aqueles que sempre me pisaram e nunca quiseram saber de mim. Preciso de mudar os ciúmes que tenho, os medos de tudo e todos, e as minhas manias. Sei que deveria gostar de mim mesma como sou, ter amor-próprio, mas... mas eu não consigo gostar de mim mesma. E mesmo que digam que sou uma pessoa incrível e linda, eu não consigo achar o mesmo, pelo menos agora, neste momento.
Resposta: 0. Sinto que não tenho amor-próprio. Sinto que não gosto de mim nem daquilo que vejo ao espelho.
- As tuas últimas experiências foram momentos inesquecíveis ou dores incalculáveis?
Resposta: Dores incalculáveis. Não consigo lidar com o facto de ter a doença que tenho. Não consigo sequer ter vontade de sorrir ou de sair de casa. Prefiro estar no meu canto. Estes anos têm sido horríveis. E como a pergunta diz, eu sinto dores incalculáveis. Ninguém imagina como me tenho sentido.
- Que relação encontras entre as respostas que deste?
Resposta: Que não gosto de mim, que não tenho amor-próprio. Preocupo-me primeiro com os outros e só depois comigo mesma. Têm sido anos de muito sofrimento. Não são quatro dias, nem quatro meses, são quatro anos de muita angústia, desilusão e choros.
- O que é que tu, realmente, sentes em relação às pessoas?
Resposta: Por vezes sinto ódio. Parece mau da minha parte ter um sentimento tão forte como o ódio, mas sim, algumas vezes eu sinto ódio pelas pessoas. Pelo que me dizem, pelos seus actos. Sei que não o deveria sentir, e que não é bom da minha parte, mas eu não tenho culpa de sentir isso por algumas pessoas.
- És seletivo em relação às pessoas que chegam à tua vida ou, simplesmente, não sabes dizer "Não"?
Resposta: Por vezes não consigo dizer "não" e perdoou muitas pessoas, mesmo que essas pessoas me tenham magoado imenso. Não consigo dizer-lhes que não. Mas quando tenho que dizer, digo. Como por exemplo, quando as minhas amigas me perguntam para sair e eu não me apetece, eu digo não me apetece. Há casos e casos...
- O que é que já ganhaste com isso?
Resposta: Não ganhei nada com isso, nem simplesmente pretendo ganhar. Quando tenho que dizer "não" eu digo, mas sempre reticente...
- O que é que já perdeste?
Resposta: Em relação ao dizer que não me apetece sair, perdi amizades. Muitas amizades... quase todas... ou todas mesmo...
- O que é que precisas de mudar?
Resposta: Boa questão! Preciso de mudar principalmente a minha forma de pensar... preciso de mudar de caminho, pois este caminho está repleto de "nuvens escuras", querendo rebentar a qualquer momento. Preciso também de aprender com os meus próprios erros. Cometo erros. como toda a gente os comete, mas eu cometo os mesmos erros vezes e vezes sem conta. Preciso de mudar de ares. Preciso de mudar a minha postura quanto a algumas pessoas. Não ser tão boazinha para aqueles que sempre me pisaram e nunca quiseram saber de mim. Preciso de mudar os ciúmes que tenho, os medos de tudo e todos, e as minhas manias. Sei que deveria gostar de mim mesma como sou, ter amor-próprio, mas... mas eu não consigo gostar de mim mesma. E mesmo que digam que sou uma pessoa incrível e linda, eu não consigo achar o mesmo, pelo menos agora, neste momento.
Comentários
Enviar um comentário