Cada dia que passa, é mais um dia de luta. De luta constante. De luta contra esta doença que tanto me tem afetado, que tanto me tem deitado para baixo.
Todos os dias choro, todos os dias grito, e todos os dias viver é um sacrifício enorme para mim. Como costumo dizer, eu deixei de viver, deixei de gostar de mim, deixei de gostar da vida. Eu não vivo, eu sobrevivo.
Tenho lutado constantemente, todos os dias da minha vida, e só o que me aparece à frente são obstáculos, barreiras... para eu simplesmente ser forte ao ponto de as ultrapassar. Tenho conseguido até agora, felizmente, mas e se eu não conseguir mais? Se eu não conseguir mais lutar, se eu não conseguir mais vencer a doença? Tenho medo, confesso. Tenho mesmo muito medo que este mundo me deite abaixo, que me derrube, e que eu já não me consiga mais levantar. Tenho medo de não conseguir suportar os problemas, tenho medo de não conseguir ser feliz e sorrir com um sorriso verdadeiro. Tenho medo! Mesmo muito!
Isto está a ser doloroso demais, isto está cada vez mais a deitar-me abaixo. Quando eu penso que já estou curada, acontece sempre alguma coisa que me mete em baixo. Acontece sempre algo para que eu não vença esta doença! Porquê? Porque é que quanto mais luto, mais no fundo do poço fico? Porque é que quando subo um degrau, desço dois? Porquê? Preciso de respostas às minhas questões.
Tudo começou há três anos atrás. Todo o sofrimento, toda a mágoa, o desespero... há três anos que luto contra a depressão, há três anos que sofro dia após dia.
E os amigos nessa fase? Nem vê-los! Todos se afastaram. Só quem teve comigo, foi a minha família, e as minhas médicas. Foram elas que me ajudaram a perder alguns dos meus medos. Foram elas que me apoiaram. E eu nunca consegui retribuir tudo o que elas fizeram por mim.
Neste momento, tenho um sentimento de culpa. A minha mãe está a entrar novamente numa depressão, e a minha irmã, tornou-se mais fria, e revoltada com a vida. Sinto que foi por causa de mim. Por causa dos meus maus humores, por causa dos meus gritos, das minhas más fases. Foi tudo por causa de mim, eu sei. Nunca me vou conseguir perdoar.
Agora... agora estou pior outra vez, e sinto que preciso de apoio. Apoio principalmente da minha família. Mas sei que já não vou conseguir tê-lo pois, a minha mãe está no início de uma depressão, e também não está a ser nada fácil para ela. Se as duas cairmos, eu não sei quem nos vai dar a mão. Se as duas formos ao fundo, duvido muito que consigamos levantar-nos. Ela foi o meu apoio nestes últimos três anos, e agora? Agora temos que ser o apoio uma da outra. Vamos vencer esta porcaria desta doença! Eu juro! Infelizmente, esta doença ataca muitas pessoas... algumas delas não conseguem suportá-la outras conseguem vencê-la. Tem que se ter muita força de vontade, e lutar todos os dias. Esta doença deixa-nos com medos, deixa-nos sem vontade de sair, deixa-nos tristes e revoltados. Esta doença, pode vir a matar muitas pessoas, pois nem toda a gente tem coragem e fé para lutar contra ela.
Posso não estar bem ainda, mas eu acredito que um dia, ainda me vou curar. Me vou curar e vou ajudar a minha mãe e a minha irmã e compensá-las por tudo o que sofreram por causa de mim.
Não posso prometer que será hoje que me curo, nem hoje, nem amanhã, mas um dia, eu sei que me vou conseguir livrar dela. Seja com poucos ou muitos amigos. Quem está está, o resto não importa. Vou lutar por mim, pela minha família... vamos lutar contra esta doença, eu juro. E os medicamentos, um dia também irei largá-los. É uma droga viciante, é... mas eu um dia vou conseguir largar essa "droga". Os medicamentos ajudam, sim, mas se não tivermos força de vontade, não vão ser eles que nos vão curar. A nossa força de vontade e a nossa garra é que vão fazer com que consigamos vencer! Eu acredito nisso.
Agora, resta-me abstrair-me dos problemas, e tentar não pensar nas coisas más. Porque bons pensamentos, atraem coisas boas. E assim vai ser...
Todos os dias choro, todos os dias grito, e todos os dias viver é um sacrifício enorme para mim. Como costumo dizer, eu deixei de viver, deixei de gostar de mim, deixei de gostar da vida. Eu não vivo, eu sobrevivo.
Tenho lutado constantemente, todos os dias da minha vida, e só o que me aparece à frente são obstáculos, barreiras... para eu simplesmente ser forte ao ponto de as ultrapassar. Tenho conseguido até agora, felizmente, mas e se eu não conseguir mais? Se eu não conseguir mais lutar, se eu não conseguir mais vencer a doença? Tenho medo, confesso. Tenho mesmo muito medo que este mundo me deite abaixo, que me derrube, e que eu já não me consiga mais levantar. Tenho medo de não conseguir suportar os problemas, tenho medo de não conseguir ser feliz e sorrir com um sorriso verdadeiro. Tenho medo! Mesmo muito!
Isto está a ser doloroso demais, isto está cada vez mais a deitar-me abaixo. Quando eu penso que já estou curada, acontece sempre alguma coisa que me mete em baixo. Acontece sempre algo para que eu não vença esta doença! Porquê? Porque é que quanto mais luto, mais no fundo do poço fico? Porque é que quando subo um degrau, desço dois? Porquê? Preciso de respostas às minhas questões.
Tudo começou há três anos atrás. Todo o sofrimento, toda a mágoa, o desespero... há três anos que luto contra a depressão, há três anos que sofro dia após dia.
E os amigos nessa fase? Nem vê-los! Todos se afastaram. Só quem teve comigo, foi a minha família, e as minhas médicas. Foram elas que me ajudaram a perder alguns dos meus medos. Foram elas que me apoiaram. E eu nunca consegui retribuir tudo o que elas fizeram por mim.
Neste momento, tenho um sentimento de culpa. A minha mãe está a entrar novamente numa depressão, e a minha irmã, tornou-se mais fria, e revoltada com a vida. Sinto que foi por causa de mim. Por causa dos meus maus humores, por causa dos meus gritos, das minhas más fases. Foi tudo por causa de mim, eu sei. Nunca me vou conseguir perdoar.
Agora... agora estou pior outra vez, e sinto que preciso de apoio. Apoio principalmente da minha família. Mas sei que já não vou conseguir tê-lo pois, a minha mãe está no início de uma depressão, e também não está a ser nada fácil para ela. Se as duas cairmos, eu não sei quem nos vai dar a mão. Se as duas formos ao fundo, duvido muito que consigamos levantar-nos. Ela foi o meu apoio nestes últimos três anos, e agora? Agora temos que ser o apoio uma da outra. Vamos vencer esta porcaria desta doença! Eu juro! Infelizmente, esta doença ataca muitas pessoas... algumas delas não conseguem suportá-la outras conseguem vencê-la. Tem que se ter muita força de vontade, e lutar todos os dias. Esta doença deixa-nos com medos, deixa-nos sem vontade de sair, deixa-nos tristes e revoltados. Esta doença, pode vir a matar muitas pessoas, pois nem toda a gente tem coragem e fé para lutar contra ela.
Posso não estar bem ainda, mas eu acredito que um dia, ainda me vou curar. Me vou curar e vou ajudar a minha mãe e a minha irmã e compensá-las por tudo o que sofreram por causa de mim.
Não posso prometer que será hoje que me curo, nem hoje, nem amanhã, mas um dia, eu sei que me vou conseguir livrar dela. Seja com poucos ou muitos amigos. Quem está está, o resto não importa. Vou lutar por mim, pela minha família... vamos lutar contra esta doença, eu juro. E os medicamentos, um dia também irei largá-los. É uma droga viciante, é... mas eu um dia vou conseguir largar essa "droga". Os medicamentos ajudam, sim, mas se não tivermos força de vontade, não vão ser eles que nos vão curar. A nossa força de vontade e a nossa garra é que vão fazer com que consigamos vencer! Eu acredito nisso.
Agora, resta-me abstrair-me dos problemas, e tentar não pensar nas coisas más. Porque bons pensamentos, atraem coisas boas. E assim vai ser...
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