A chuva cai... as pessoas tentam esconder-se dela... mas, o mundo continua igual. As aulas continuam, as pessoas vão para o trabalho... tudo continua na mesma. Mas eu? Eu continuo a sentir-me sozinha.
Sozinha no café peço o almoço. E depois, tento ocupar o tempo assim, a escrever... só tenho é vontade de chorar. De desistir da escola e passar o dia deitada, sem que ninguém me chateasse. Mas, eu sei que isso não é vida para mim, nem para ninguém.
É duro sentirmos que não temos ninguém com quem ir almoçar, alguém com quem podemos ir passar o tempo, alguém com quem podemos desabafar quando o nosso coração está "apertadinho".
Os dias são passados assim, basicamente. Tento abstrai-me e tento não pensar nos problemas, mas eles insistem em tomar conta de mim. Ninguém entende! Ninguém entende quando digo que preferia estar nas aulas do que só ter duas aulas por dia e estar a maior parte do tempo sozinha. Não gosto. Nunca gostei. E nem é agora que vou começar a gostar. Ninguém gosta, acho eu.
Os olhos enchem-se de lágrimas, querendo soltar-se. E a cada lágrima que cai cara abaixo, é um aperto que sinto no peito. Cai uma. Cai outra... e eu penso "porque é que estou a chorar? Porque é que me sinto tão mal ao ponto de chorar num café?" Não consigo arranjar respostas...
O corpo treme, as mãos tremem, e o alma treme, como se tivesse com medo de alguma coisa. Penso que são os nervos a apoderarem-se de mim. Eles começam a falar por mim, a agir por mim e a comandar o meu corpo. Nunca pensei. Nunca pensei estar nesta situação.
Ainda faltam cinco meses de aulas... para mim, saber que ainda faltam tantos meses, é como se me tivessem a tirar o chão... torna-se complicado... estou sem saber que fazer... não posso fazer nada, apenas aguentar estes cinco meses que faltam, e pensar que vão passar a correr. Não posso desistir... não vou desistir!
Neste momento limpo as lágrimas e olho em frente. Um dia, sei que tudo vai valer a pena. Todo o sacrifício vai valer a pena, tenho a certeza disso.
Agora, só me resta é aguentar. Aguentar e pensar que com esforço e dedicação tudo se consegue. E que se eu quero um bom futuro, basta-me lutar para que isso aconteça. Porque eu nunca fui uma rapariga que desiste logo à primeira... e não vai ser desta que isso vai acontecer.
Sozinha no café peço o almoço. E depois, tento ocupar o tempo assim, a escrever... só tenho é vontade de chorar. De desistir da escola e passar o dia deitada, sem que ninguém me chateasse. Mas, eu sei que isso não é vida para mim, nem para ninguém.
É duro sentirmos que não temos ninguém com quem ir almoçar, alguém com quem podemos ir passar o tempo, alguém com quem podemos desabafar quando o nosso coração está "apertadinho".
Os dias são passados assim, basicamente. Tento abstrai-me e tento não pensar nos problemas, mas eles insistem em tomar conta de mim. Ninguém entende! Ninguém entende quando digo que preferia estar nas aulas do que só ter duas aulas por dia e estar a maior parte do tempo sozinha. Não gosto. Nunca gostei. E nem é agora que vou começar a gostar. Ninguém gosta, acho eu.
Os olhos enchem-se de lágrimas, querendo soltar-se. E a cada lágrima que cai cara abaixo, é um aperto que sinto no peito. Cai uma. Cai outra... e eu penso "porque é que estou a chorar? Porque é que me sinto tão mal ao ponto de chorar num café?" Não consigo arranjar respostas...
O corpo treme, as mãos tremem, e o alma treme, como se tivesse com medo de alguma coisa. Penso que são os nervos a apoderarem-se de mim. Eles começam a falar por mim, a agir por mim e a comandar o meu corpo. Nunca pensei. Nunca pensei estar nesta situação.
Ainda faltam cinco meses de aulas... para mim, saber que ainda faltam tantos meses, é como se me tivessem a tirar o chão... torna-se complicado... estou sem saber que fazer... não posso fazer nada, apenas aguentar estes cinco meses que faltam, e pensar que vão passar a correr. Não posso desistir... não vou desistir!
Neste momento limpo as lágrimas e olho em frente. Um dia, sei que tudo vai valer a pena. Todo o sacrifício vai valer a pena, tenho a certeza disso.
Agora, só me resta é aguentar. Aguentar e pensar que com esforço e dedicação tudo se consegue. E que se eu quero um bom futuro, basta-me lutar para que isso aconteça. Porque eu nunca fui uma rapariga que desiste logo à primeira... e não vai ser desta que isso vai acontecer.
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