Para começar, estou novamente no hospital. Só que desta vez, estou na psiquiatria em Évora. Agora perguntam - me:
- Que fizeste tu para estares novamente no hospital? E a minha resposta será óbvia.
- Estou cá para descansar o cérebro de coisas que lá fora me prejudicam. Estou a " fugir " aos problemas. Se sou fraca? Não! Ninguém o é. Somos apenas menos fortes. Uns mais fortes que outros. Ninguém me deve julgar por eu estar a chorar ou a gritar, a rir ou a soltar gargalhadas, porque eu sou mesmo assim. Não gostam ? Meus amigos, a " porta está aberta " e podem sair da minha vida quando bem lhes apetecer. Se saírem é porque não eram realmente meus amigos.
Todos nós temos problemas e quem disser que não, estará a mentir. Todos passamos por aquela fase difícil da adolescência. Em que os nossos pais ainda têm que nos aturar mais. A fase da adolescência é bastante complicada e aí começam a surgir os problemas de amor, de amizades, de dinheiro, de começarem a fumar...e a beber...etc
E é nessa fase em que eu estou, fase da parvoíce. Fase em que qualquer problema por mais pequeno que seja, a nós transformamo-lo num copo de água a transbordar.
As pessoas que são realmente minhas amigas têm-me ajudado bastante, têm posto velas por mim, têm mandado beijinhos e algumas delas já me vieram visitar. É sempre bom receber uma visita de um primo ou de amigos. Faz-me ser mais forte.
Aqui abandono as críticas que me magoam, abandonam o mau-humor e o stress...aqui tenho atividades para me ocupar.
No início custou-me estar internada, mas já passou algum tempo e eu já me habituei a esta rotina.Já gosto de aqui estar, excepto tar aqui com uma senhora com esquizofrenia. Ela diz não gostar de mim. Diz coisas que não são verdade...
Neste preciso momento, ouvi gritos de pessoas aflitas. Fui perguntar aos doentes que aqui se encontram, se foram eles que gritaram, mas disseram que não. É outra vez da minha cabeça! Porquê a mim ? Porque é que tinha que ser eu a ouvir vozes e a ver vultos ? Porquê ? Alguns chamam - me de maluca, mas eu sei que não estou e que ouço umas vozes mesmo.
Que será de mim? Que será do meu futuro? Não sei, o tempo o dirá !
- Que fizeste tu para estares novamente no hospital? E a minha resposta será óbvia.
- Estou cá para descansar o cérebro de coisas que lá fora me prejudicam. Estou a " fugir " aos problemas. Se sou fraca? Não! Ninguém o é. Somos apenas menos fortes. Uns mais fortes que outros. Ninguém me deve julgar por eu estar a chorar ou a gritar, a rir ou a soltar gargalhadas, porque eu sou mesmo assim. Não gostam ? Meus amigos, a " porta está aberta " e podem sair da minha vida quando bem lhes apetecer. Se saírem é porque não eram realmente meus amigos.
Todos nós temos problemas e quem disser que não, estará a mentir. Todos passamos por aquela fase difícil da adolescência. Em que os nossos pais ainda têm que nos aturar mais. A fase da adolescência é bastante complicada e aí começam a surgir os problemas de amor, de amizades, de dinheiro, de começarem a fumar...e a beber...etc
E é nessa fase em que eu estou, fase da parvoíce. Fase em que qualquer problema por mais pequeno que seja, a nós transformamo-lo num copo de água a transbordar.
As pessoas que são realmente minhas amigas têm-me ajudado bastante, têm posto velas por mim, têm mandado beijinhos e algumas delas já me vieram visitar. É sempre bom receber uma visita de um primo ou de amigos. Faz-me ser mais forte.
Aqui abandono as críticas que me magoam, abandonam o mau-humor e o stress...aqui tenho atividades para me ocupar.
No início custou-me estar internada, mas já passou algum tempo e eu já me habituei a esta rotina.Já gosto de aqui estar, excepto tar aqui com uma senhora com esquizofrenia. Ela diz não gostar de mim. Diz coisas que não são verdade...
Neste preciso momento, ouvi gritos de pessoas aflitas. Fui perguntar aos doentes que aqui se encontram, se foram eles que gritaram, mas disseram que não. É outra vez da minha cabeça! Porquê a mim ? Porque é que tinha que ser eu a ouvir vozes e a ver vultos ? Porquê ? Alguns chamam - me de maluca, mas eu sei que não estou e que ouço umas vozes mesmo.
Que será de mim? Que será do meu futuro? Não sei, o tempo o dirá !
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